Pra ti, com amor!
Hoje, vendo todas as tuas coisas encaixotadas, foi impossível não lembrar do dia em que viemos morar juntas. Começávamos uma etapa maravilhosa. Um tempo que, com certeza absoluta, ficará guardado no coração da Carolzinha e no meu.
Eu, esse poço de equilíbrio desequilibrado, quantas vezes encontrei a tranqüilidade no teu olhar e a ternura das tuas palavras. Só assim consegui abrir o meu coração. Pra depois ouvir a ternura das tuas palavras e sentir o teu cafuné. Mesmo que tudo parecesse confuso, naquela hora, eu estava revigorada para ir buscar a solução.
E dessa casa, dessa família que formamos, ficam maravilhosas recordações... as nossas danças ‘super pops’, os shanadus que perfumaram, as nossas limpezas de pele, massagens relaxantes, hidroterapias (qual o problema de ser cobaia...??!!!!), os chazinhos antes de dormir e as nossas faxinas, ah... as faxinas! Como não lembrar dos nossos joguinhos de seduçãoR divertidíssimos, que renderam fotos inacreditáveis?
Agora tudo está pronta para ir embora. As caixas, as malas, o Dudu e o teu perfume. Não sei como vão ficar as coisas e nem sei como preencher o vazio dessas paredes. Tu já foste, já saiste pela porta. Ficamos perdidas aqui, tentando procurar o pouco que tinha sobrado de ti.
Escrito minutos depois de eu fechar a porta da tua mudança


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